Nesse post abordamos uma questão
que se repete em todas as esferas das gestões públicas, pela passividade do
povo que não questiona seus
representantes pelo comodismo e desinteresse, deixando-se desvairar pelo hábito
contínuo em reclamar se posicionando como se tivesse conhecimento de causa, mas
agindo meramente como transmissor de ato perpetrado pelos ditos oposicionistas,
que fazem uso da massa estupefata e ignota, para transparecer como indefectíveis,
porém, agem de forma congênere a seus pares. Vamos usar um caso para
exemplificar a nossa colocação, com certeza, você poderá se lembrar de outros casos que
tenha conhecimento. Veja a manchete abaixo:
A extensão da Linha 4 Amarela do Metrô de São Paulo não tem prazo para
começar.
Esse descaso da extensão do Metrô
tem sua origem desde a elaboração do projeto de implantação desse meio de
transporte na cidade. Quem tiver interesse em aprofundar no assunto, pode
realizar a pesquisa e verá as diferenças do projeto original para o que de fato
ainda está em implantação.
Usar esse meio de transporte como
promessa política garante ao candidato uma excelente estima para com o povo,
pois, é um meio de transporte que desperta o interesse da massa, pela
facilidade na locomoção e redução do tempo de deslocamento pela cidade. Era,
porque a cada ano tem se agravado as ocorrências que arranham a imagem do que
era um excelente serviço prestado.
Sempre em anos de eleições, as
mesmas promessas voltam à berlinda com alaridos. Obras com promessas de prazos
finalizados e garantindo um serviço de qualidade. Passam as eleições, então,
voltam a falar das promessas somente quando necessita dar uma justificativa para
o aumento do valor para concluir a obra e culpar terceiros, eximindo a
incompetência da gestão pública.
A extensão da Linha 4 depende da
conclusão da obra da Estação Vila Sônia, que estava prevista para 2014. O prazo
de entrega dessa obra foi alterado várias vezes e que agora está previsto para 2019. A promessa de
extensão dessa linha visava obter votos da população das regiões atendidas pelo
Metrô e os seus usuários habituais, além da população do município vizinho,
Taboão da Serra. Seria a primeira linha metroviária intermunicipal.
O que queremos expor com essa
abordagem é que devemos atentar-nos para o partido que está na governança do
Estado, sabendo que o mesmo estará na disputa pelos cargos dos poderes
políticos municipais, a resposta da população para dar um basta a esses conchavos
políticos e que sirva de lição a todos os demais partidos, não é o voto em
branco ou nulo, mas sim, não votar em nenhum candidato do partido do governador.
Com essa atitude, todos os
partidos passarão a agir com mais cautela e presteza a população e suas mendacidades
serão substituídas por ações reais. Essa lição deve ser dada a todos os
políticos que estão sempre no poder há anos e que até agora não contribuíram
para as melhorias necessárias e com qualidade, porque se olharmos as obras
públicas, são inacabadas ou de baixa qualidade por preços astronômicos. Obras
finalizadas com falhas e algumas com erros grotescos de engenharia.
Fazer o mesmo em relação ao
partido do Prefeito, que é do partido que esteve na presidência por anos e
causou o rombo na economia do país, em detrimento da riqueza de seus
partidários e abstraindo dinheiro de seus
correligionários, por meio de ações fraudulentas. Não devemos reeleger quem
já esteve no poder, Prefeito e vereadores, mas votar em candidatos que estão
iniciando na política e que não pertençam aos partidos do Governador e do
Prefeito, mas antes, verificar o histórico de cada candidato, para não
elegermos pessoas inóspitas.
Leia o próximo post com abordagem
sobre Eleições, Obrigações dos Vereadores e Prefeito, que de forma sucinta
vamos relatar como devemos analisar cada candidato e cada partido que concorrem
às vagas no Legislativo e no Executivo.
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informações e compartilhe em suas redes sociais. Exercitando a cidadania
mudaremos a nossa história e a do nosso país!